Ana Tijoux e Mdou Moctar aquecem as noites de Sines

apela no palco do Castelo de Sines a que, em vez de cloroquina (a receita anti-covid de Bolsonaro), cada um “injecte” arte directamente nas veias. E sugere que, “se for andar armado, se arme de informação”. A passagem da cantora e activista pelo Festival Músicas do Mundo (FMM) é feita de um apelo constante à luta e à revolução, mas uma revolução em que “o amor vai vencer o ódio” e em que as palavras e a arte vão combater o racismo, o rasto do colonialismo, a violência policial e um sistema em que o privilégio de uns bloqueia a possibilidade de outros.

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